quarta-feira, 21 de abril de 2010
Reflexão sobre a vida.
Objetivos
Refletir sobre a passagem do tempo e a finitude da vida
Introdução
Meu amor, o que você faria se só te restasse um dia? Se o mundo fosse acabar, me diz o que você faria? Corria para um shopping center ou para uma academia? Para se esquecer que não dá tempo para o tempo que já se perdia? Composta por Paulinho Moska, a música Último Dia toca numa questão fundamental para todos, pelo menos desde a era greco-romana: o que, de fato, confere valor ao tempo vivido?
Prova da persistência do sentimento de angústia pela brevidade da vida, o filósofo Sêneca, um dos grandes pensadores estóicos da Antiguidade, já havia constatado, mais de 2 mil anos atrás: A maior parte dos mortais lamenta a maldade da natureza, porque já nascem com a perspectiva de uma curta existência e porque os anos que lhe são dados transcorrem rápida e velozmente.
A sensação de que a vida é curta para alcançarmos tudo o que gostaríamos gera atitudes contraditórias: por um lado, instiga a vontade de fazer coisas grandiosas e memoráveis como visitar o Taj Mahal, correr uma maratona ou pular de pára-quedas. Por outro, traz também desânimo pela impressão de que, por mais que realizemos, sempre restará algo imprescindível por concluir.
A esse respeito, Sêneca pondera: Não temos exatamente uma vida curta, mas desperdiçamos uma grande parte dela. A vida, se bem empregada, é suficientemente longa e nos foi dada com muita generosidade para a realização de importantes tarefas. Ao contrário, se desperdiçada, se nenhuma obra é concretizada, se não realizamos aquilo que deveríamos realizar, sentimos que ela realmente se esvai.
Discussão.
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